Só Jesus https://so-jesus.com.br O caminho. A verdade. A vida. Mon, 16 Mar 2026 17:51:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://so-jesus.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cropped-favicon-32x32.png Só Jesus https://so-jesus.com.br 32 32 248625702 O Tempo de Deus e a Glória que Ressuscita https://so-jesus.com.br/o-tempo-de-deus-e-a-gloria-que-ressuscita/ https://so-jesus.com.br/o-tempo-de-deus-e-a-gloria-que-ressuscita/#respond Mon, 16 Mar 2026 17:51:56 +0000 https://so-jesus.com.br/?p=448 ​A história de Lázaro nos ensina que o nosso conceito de “atraso” é muito diferente do cronograma do Céu. Quando Marta e Maria enviaram o recado a Jesus sobre a enfermidade do irmão, elas esperavam uma intervenção imediata baseada na amizade e na urgência da doença. No entanto, Jesus demorou propositalmente mais dois dias.

A dor das irmãs era legítima, e o lamento —”Se o Senhor estivesse aqui, meu irmão não teria morrido” — ecoa em nossas próprias orações quando sentimos que Deus não chegou a tempo de evitar um prejuízo. Mas Jesus já havia dado a chave: aquela doença não era para a morte, mas para a manifestação da glória de Deus.

​Mesmo movido por uma profunda compaixão que o levou às lágrimas, Jesus não se deixou pautar pela pressão ou pela cobrança daqueles que o cercavam. Ele compreendia que havia um propósito maior naquele sofrimento. O texto nos faz refletir sobre as diferentes facetas das nossas provações: algumas servem para nos fortalecer e nos fazer crescer, enquanto outras são palcos exclusivos para que o poder de Deus seja revelado de forma inquestionável. O sofrimento não é um sinal da ausência de Jesus, mas muitas vezes é o cenário onde Ele demonstra que Sua autoridade vai muito além da cura de uma enfermidade, alcançando até o que já parecia perdido há quatro dias.

​A grande verdade que precisamos abraçar é que Jesus nunca chega atrasado.

Nós vivemos sob a tirania do tempo humano, mas Deus opera no Kairos — o tempo oportuno e perfeito d’Ele. Quando entregamos nossa vida aos pés de Jesus, abrimos mão do controle do relógio e confiamos que Ele sabe exatamente quando deve agir. Diante da gruta da nossa desesperança, Ele ainda ordena que a pedra seja removida e que a vida se manifeste. Se você sente que o prazo expirou, lembre-se: o tempo de Deus é quem determina a vitória, e Ele nunca falha em cumprir o que planejou para a Sua glória.

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O Convite que a Religião Esconde: o chamado de Jesus é para TODOS. https://so-jesus.com.br/o-convite-que-a-religiao-esconde-o-chamado-de-jesus-e-para-todos/ https://so-jesus.com.br/o-convite-que-a-religiao-esconde-o-chamado-de-jesus-e-para-todos/#respond Tue, 10 Mar 2026 04:34:35 +0000 https://so-jesus.com.br/?p=440 ​Enquanto o mundo e as religiões criam filtros de seleção, exigindo que você “se conserte” antes de aparecer, Jesus faz o caminho inverso. Ele não abre um processo seletivo; Ele abre um pronto-socorro.

1. A Epidemia do “Esmagamento”

Vivemos uma era de mentes exaustas. O Burnout, a depressão e a ansiedade não são apenas termos médicos, são sintomas de uma humanidade que tenta carregar o mundo nas costas.
​As pressões cotidianas nos esmagam.
​A saúde mental é o grande campo de batalha moderno.
​E, no meio disso, Jesus não oferece uma “técnica de relaxamento”, Ele oferece a Si mesmo.

2. Jesus não tem “Filtro de Seleção”

A religião costuma ser seletiva: ela quer o “limpo”, o “ajustado”, o “exemplo”. Jesus é radicalmente inclusivo.
​Não importa se o seu histórico é de agressão ou se você está em uma cela.
​Não importa se o seu passado é algo de que você sente pavor de se orgulhar.
​O “Vinde a mim todos” significa que a única condição para o encontro é estar cansado. Se você está bem e se sente autossuficiente, este convite não é para você.

3. O Alívio não é uma Pausa, é um Reinício

O alívio de Deus é mal compreendido. Não é uma soneca ou um feriado; é perdão.
​O maior peso que um ser humano carrega não é o trabalho, é a culpa e a falta de paz consigo mesmo.
​Quando Ele diz “Eu vos aliviarei”, Ele está oferecendo um botão de reset. É a oportunidade de deixar a carga do “eu deveria ter sido” para trás e começar uma nova vida, onde a paz não depende de as coisas darem certo, mas de estar com a pessoa certa.

A Mensagem Central

Jesus é o único lugar onde você não precisa de uma máscara para ser aceito. O alívio d’Ele começa onde a sua força termina.

I.F.G

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Invisível na Multidão, mas notado no Céu https://so-jesus.com.br/invisivel-na-multidao-mas-notado-no-ceu/ https://so-jesus.com.br/invisivel-na-multidao-mas-notado-no-ceu/#respond Mon, 02 Mar 2026 11:33:14 +0000 https://so-jesus.com.br/?p=433 O texto nos mostra que estar perto de Jesus é bem diferente de estar conectado a Ele. No meio daquela “maratona” de eventos, algo extraordinário aconteceu no anonimato da multidão.

​1. Esbarrar não é Tocar

Jesus estava sendo apertado por todos os lados. Havia curiosos, críticos e pessoas querendo apenas ver um espetáculo. Todos tocavam em Jesus fisicamente, mas apenas uma pessoa O tocou espiritualmente.
​A multidão “aperta”: É o barulho, a religiosidade de aparência, o estar no meio sem propósito.
​A mulher “toca”: É a intenção, o foco e a necessidade real.

​2. O Fluxo Automático do Poder

​Um detalhe fascinante desse relato é que Jesus sentiu o poder sair d’Ele antes mesmo de ver quem O tocou.
​”Eu senti sair de mim poder.”
​Isso nos revela uma verdade profunda: a fé sincera e o coração derramado agem como um “ímã” para a graça de Deus. Não foi um protocolo burocrático; foi uma resposta imediata à sinceridade daquela mulher. Quando a sede da alma encontra a fonte, o fluxo de vida é automático.

​3. Sinceridade: O Caminho Mais Curto

​Não importa se você está rodeado de gente importante ou se sente invisível no meio da massa. O que atrai a atenção do Mestre não é o volume do seu grito, mas a verdade do seu coração.
​Jesus parou a maratona por causa de um toque anônimo.
​Ele identificou a fé que ninguém mais viu.

​A Mensagem Central

A fé não é sobre fazer barulho na multidão, é sobre a atitude de querer que Ele ocupe o lugar principal na sua vida. Quando você se debruça sobre Jesus com sinceridade, você não apenas recebe um milagre; você ouve d’Ele: “A tua fé te salvou; vai em paz”.

I.F.G

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Do Lodo à Luz: O Despertar para a Sua Hora https://so-jesus.com.br/do-lodo-a-luz-o-despertar-para-a-sua-hora/ https://so-jesus.com.br/do-lodo-a-luz-o-despertar-para-a-sua-hora/#respond Mon, 23 Feb 2026 13:24:11 +0000 https://so-jesus.com.br/?p=426 ​A história do cego de nascença em João 9:1-12 não é apenas sobre um milagre físico, mas sobre o fim das desculpas e o início da ação. Quando os discípulos procuravam um culpado, Jesus procurava uma oportunidade.

​1. Você está nos Planos

​Muitas vezes perdemos tempo perguntando “por que eu?” ou “quem errou?”. Jesus encerra essa discussão: não importa a sua história ou o que você está passando agora, a sua vida é o cenário perfeito para a manifestação da glória de Deus. Você não é um acidente; você é um objeto da transformação divina.

​2. A Missão e o Método de Jesus

​Jesus deixa claro: “Eu vim para fazer”. E Ele faz do jeito d’Ele. Às vezes, o método de Deus parece estranho — como cuspir no chão e fazer lodo para passar nos olhos.
​A lição: Não tente entender a “estratégia” de Deus com a lógica humana.
​A confiança: Se Ele está agindo, o lodo de hoje é o ingrediente da visão de amanhã.

​3. A Intervenção Exige a Sua Ação

​Este é o ponto crucial: Jesus faz a parte sobrenatural, mas Ele não caminha pelo cego.
​Ele disse: “Vai, lava-te no poço de Siloé” – que significa “enviado”.
​Assim como disse a Lázaro: “Vem para fora!”.
​Assim como disse ao paralítico: “Levanta-te e anda!”.
​A intervenção de Deus acontece para que chegue a sua hora de agir. Jesus não vai ao poço lavar o seu rosto por você. Ele te dá a ferramenta, a cura e a direção, mas o passo em direção à água é seu.

​A Mensagem Central:
O milagre não termina no toque de Jesus; ele se completa na sua obediência. A sua hora não é apenas o momento de receber, é o momento de se levantar e fazer o que Ele mandou.
​Chegou a sua hora de agir. O lodo já foi colocado, a direção já foi dada. Agora, resta a pergunta: você está pronto para caminhar até o seu “Siloé”?

I.F.G

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Entre a Folia e o Descanso: Uma Reflexão Cristã https://so-jesus.com.br/entre-a-folia-e-o-descanso-uma-reflexao-crista/ https://so-jesus.com.br/entre-a-folia-e-o-descanso-uma-reflexao-crista/#respond Mon, 16 Feb 2026 14:04:20 +0000 https://so-jesus.com.br/?p=419 ​O Carnaval, em sua raiz histórica, remete à “despedida da carne” e aos excessos. No entanto, sabemos que hoje a realidade é diversa: para muitos, esses dias não são sobre “perder o controle”, mas sim um momento de descontração, pausa no trabalho e alegria com a família.
​Como o cristão pode olhar para esse cenário com os olhos de Jesus?

​1. O Desejo por Alegria e Alívio

​O ser humano tem uma sede legítima por alegria e descanso. Quando alguém busca o Carnaval para “espairecer”, está, no fundo, buscando um alívio para as pressões da vida. O ponto central da mensagem cristã não é condenar o lazer, mas oferecer uma fonte de alegria que não acaba na quarta-feira.

​2. Descontração vs. Plenitude

O Momento: A descontração do feriado é um “respiro” necessário, mas muitas vezes passageiro.
​A Promessa: Jesus não veio para tirar a nossa alegria, mas para torná-la completa. Ele propõe uma vida onde não precisamos de um “feriado de excessos” para nos sentirmos livres, porque a liberdade d’Ele habita em nós diariamente.

​3. A Proposta do “Nascer de Novo”

​Enquanto o conceito original do Carnaval foca em uma “despedida” temporária do que é errado para depois entrar em privação, Jesus propõe algo mais profundo:
​Não é sobre “se despedir” de algo com saudade ou nostalgia.
​É sobre abraçar uma Nova Vida onde o equilíbrio, a paz e a alegria não dependem de um calendário festivo, mas de um coração preenchido pelo Espírito Santo.
​”Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” (João 10:10)

​O Olhar de Jesus

​Jesus olharia para a multidão não com julgamento generalizado, mas com compaixão, vendo pessoas que buscam felicidade. A mensagem d’Ele continua sendo um convite: “Venham a mim os que estão cansados e sobrecarregados”. Ele oferece um descanso que renova a alma, muito além de apenas quatro dias de pausa.

​O foco muda: Em vez de focar apenas no “pecado dos outros”, focamos na suficiência de Cristo para preencher qualquer vazio — seja ele buscado no excesso ou apenas no entretenimento.

I.F.G

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O Convite do Pai e o Ruído da Religião https://so-jesus.com.br/o-convite-do-pai-e-o-ruido-da-religiao/ https://so-jesus.com.br/o-convite-do-pai-e-o-ruido-da-religiao/#respond Mon, 09 Feb 2026 13:59:42 +0000 https://so-jesus.com.br/?p=412 ​A parábola do filho pródigo é um dos retratos mais viscerais da condição humana e da graça divina.

Após exigir sua parte na herança e desperdiçá-la em uma vida de excessos, o filho se encontra em uma situação subumana, percebendo que até os servos de seu pai viviam melhor do que ele na miséria. O arrependimento o impulsiona de volta para casa, mas o que ele encontra não é o castigo esperado, e sim um pai que corre ao seu encontro, celebra sua vida com uma festa e coloca em seu dedo o anel de uma nova aliança. Essa recepção nos mostra que a misericórdia de Deus é sempre maior do que o nosso erro.


​Contudo, a história traz um contraste incômodo: a reação do irmão mais velho. Preso a uma mentalidade legalista e meritocrática, ele se recusa a participar da festa, cobrando do pai uma recompensa por sua fidelidade e criticando a acolhida ao “pecador”. Esse irmão representa o espírito religioso que, muitas vezes, habita em nós e em nossas comunidades, focando mais no cumprimento de regras, cânones e votos do que na alegria da restauração. O pai, em sua sabedoria, repreende essa dureza de coração, lembrando que a volta de quem estava perdido é o maior motivo de júbilo que existe.

A mensagem central para você hoje é: volta.

Talvez o que te impeça de retornar ao Pai seja justamente o medo do julgamento desses “irmãos” que impõem padrões humanos e religiosos como barreira. Não deixe que o barulho do legalismo abafe a voz do convite divino. Independentemente de quão longa tenha sido a jornada para longe ou do que tenha sido desperdiçado no caminho, o céu não consulta os homens para entrar em festa por você. O Pai está pronto para te acolher agora, ignorando os protocolos humanos para te devolver o lugar de filho e a dignidade de uma vida nova.

I.F.G

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A “Última Notícia” e a Esperança que Caminha ao Nosso Lado. https://so-jesus.com.br/a-ultima-noticia-e-a-esperanca-que-caminha-ao-nosso-lado/ https://so-jesus.com.br/a-ultima-noticia-e-a-esperanca-que-caminha-ao-nosso-lado/#respond Mon, 02 Feb 2026 13:59:27 +0000 https://so-jesus.com.br/?p=404 ​Três dias após a crucificação, o clima entre os seguidores de Jesus era de absoluta desesperança. O relato de Lucas 24 nos mostra discípulos caminhando para Emaús, debatendo sobre a morte daquele que eles acreditavam ser o libertador político de Israel. Eles esperavam uma restauração do poder diante do Império Romano, mas, com a morte do mestre, sentiam-se derrotados. Muitas vezes, nossa tristeza nasce exatamente de onde colocamos nossa expectativa: em soluções políticas ou terrenas que, quando falham, nos deixam sem chão.

Enquanto caminhavam e lamentavam, o próprio Jesus ressurreto se aproximou, mas eles estavam tão mergulhados na dor que não conseguiram reconhecer a maravilha diante de seus olhos.

Quando questionados por Jesus sobre o que debatiam, ficaram surpresos, pois, para eles, a “última notícia” era a desgraça e a desilusão. Eles estavam tão certos da derrota que a própria Esperança em pessoa não foi suficiente para mudar o semblante deles de imediato. Isso nos mostra como o nosso apego ao sofrimento pode nos cegar para as intervenções divinas que já estão acontecendo.

Essa passagem traz uma lição profunda para os nossos dias: às vezes, passamos a vida reclamando de tudo, cegos pelo desespero, mesmo quando Deus está nos dando sinais e caminhos claros. A verdadeira última notícia não era a morte, mas a ressurreição que estava ali, caminhando com eles. Que Deus abra os nossos olhos para que não fiquemos presos às notícias de fracasso que o mundo apresenta, mas que possamos enxergar a realidade que Ele preparou — uma notícia de vida e vitória que supera qualquer plano humano.

I.F.G

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O Selo da Eternidade: O Encerramento da Oração do Senhor https://so-jesus.com.br/o-selo-da-eternidade-o-encerramento-da-oracao-do-senhor/ https://so-jesus.com.br/o-selo-da-eternidade-o-encerramento-da-oracao-do-senhor/#respond Tue, 27 Jan 2026 02:58:22 +0000 https://so-jesus.com.br/?p=398 ​Chegamos ao fragmento final da nossa jornada pela oração que Jesus nos ensinou. Após passarmos pelo pão cotidiano, pelo perdão das dívidas e pelo pedido de livramento do mal, a oração se encerra com uma declaração de exaltação e reconhecimento absoluto: “Pois Teu é o Reino, o Poder e a Glória para sempre. Amém.”

​Este encerramento não é apenas uma frase de efeito; é o selo que dá sentido a tudo o que pedimos anteriormente. É o reconhecimento de que, embora vivamos no mundo, nossa lealdade e nossa esperança pertencem a uma instância superior.

​1. O Reino: Onde está nossa Lealdade?

Ao declararmos que o Reino pertence a Deus, estamos estabelecendo uma prioridade de governo em nossas vidas.


​Soberania Divina: Reconhecer que o Reino é d’Ele significa admitir que não somos nós que ditamos as regras finais. Nossos planos, nossa política e nossas ambições pessoais devem se curvar perante a vontade soberana do Pai.


​Cidadania do Céu: Viver sob o Reino de Deus nos liberta da ansiedade de tentar controlar o amanhã, pois sabemos que o Rei é justo e cuida dos Seus súditos.

​2. O Poder: A Fonte de nossa Capacidade

Muitas vezes, tentamos resolver as complexidades da vida — as tentações e as dívidas que mencionamos anteriormente — com o nosso próprio esforço.


​Dependência do Alto: Quando dizemos que o Poder é d’Ele, estamos confessando que nossa força humana é limitada. É o poder de Deus que nos permite perdoar o imperdoável e resistir ao mal que nos cerca.


​Transformação Real: Não se trata de poder para dominar os outros, mas do poder do Espírito Santo para transformar o nosso caráter e a nossa realidade.

​3. A Glória: O Propósito de Tudo

O ser humano tem uma inclinação natural para buscar a própria glória, o reconhecimento e os aplausos. Jesus nos ensina a redirecionar esse foco.


​O Alvo da Adoração: A glória não pertence a líderes, a instituições ou a nós mesmos. Ela pertence exclusivamente a Deus.


​O “Amém” Final: O “para sempre” e o “amém” (que significa “assim seja”) confirmam que nossa confiança não está em coisas passageiras, mas na eternidade. É a garantia de que, apesar das lutas temporais, o desfecho da história está nas mãos d’Aquele que é eterno.

​Reflexão final: Encerrar a oração assim é colocar cada coisa em seu devido lugar. O pão é necessário, o perdão é vital e o livramento é urgente, mas tudo isso só faz sentido porque o Reino, o Poder e a Glória pertencem ao nosso Pai. Que sua vida seja um reflexo dessa soberania.

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O Reconhecimento da Fragilidade: Livra-nos do Mal https://so-jesus.com.br/o-reconhecimento-da-fragilidade-livra-nos-do-mal/ https://so-jesus.com.br/o-reconhecimento-da-fragilidade-livra-nos-do-mal/#respond Mon, 19 Jan 2026 13:05:41 +0000 https://so-jesus.com.br/?p=391 ​Estamos chegando ao penúltimo fragmento da nossa série sobre a oração que Jesus nos ensinou. Mais do que um texto autoral fantástico, o “Pai Nosso” é uma grande aula sobre a vida cristã. Hoje, meditamos sobre a petição: “Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.”

​Esta frase é o ponto central onde reconhecemos que não somos super-heróis infalíveis. Jesus nos ensina que precisamos da ajuda do Pai porque existem forças e complexidades — em nossa mente e no mundo — que estão acima da nossa capacidade humana.

​1. A Força que Vem da Dependência
​Muitas vezes, o risco espiritual mora na nossa autossuficiência. Quando nos achamos fortes e independentes de Deus, ficamos vulneráveis.
​A Lógica do Reino: Como escreveu o apóstolo, “quando estou fraco, aí é que estou forte”.
​O Reconhecimento: Nossa grande força não reside na nossa capacidade, mas no reconhecimento da nossa fraqueza e na total dependência do auxílio divino.

​2. As Três Fontes de Ataque
​Para entender do que estamos pedindo para ser livrados, olhamos para as tentações que Jesus enfrentou no deserto. Elas revelam as três frentes onde somos mais atacados:
​A Satisfação Imediata (As Coisas do Mundo): Satanás sugeriu transformar pedra em pão. É a tentação de buscar conforto, status, dinheiro e bens acima dos valores de Deus. É a vida mesquinha da comparação e da cobiça material, que muitas vezes se disfarça até em discursos religiosos de prosperidade.
​A Soberba e o Privilégio (As Coisas da Carne): O desafio de “lança-te daqui” reflete a busca por milagres por presunção, o orgulho de se sentir privilegiado ou o desejo de “testar” a Deus. Aqui entram as paixões e os apetites da alma — que vão muito além da questão sexual. O erro é reduzir o pecado a um único tema, esquecendo que o orgulho e o egoísmo também são desejos destrutivos da carne.
​A Glória e o Poder (A Idolatria): A oferta de todos os reinos do mundo em troca de adoração. É a tentação de se engrandecer através de caminhos que não são de Deus, adorando o poder e a própria glória em vez do Criador.

​3. Uma Proteção Diária
​As tentações são sutis e, nem sempre, perceptíveis de imediato. Elas podem destruir nossa paz e transformar nossa jornada em um verdadeiro inferno se não estivermos vigilantes.
​Oração como Escudo: Pedir “livra-nos do mal” deve ser uma prática diária.
​Humildade Espiritual: Ao orar assim, demonstramos nossas limitações e nos colocamos debaixo da proteção ativa de Deus.

​Reflexão final: O perdão nos religa a Deus, mas a vigilância contra a tentação nos mantém no caminho. Que possamos hoje admitir nossas fraquezas para que a fortaleza de Deus nos guarde de todo o mal.

I.F.G

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O Encaixe do Perdão: Refletindo sobre a Oração de Jesus https://so-jesus.com.br/o-encaixe-do-perdao-refletindo-sobre-a-oracao-de-jesus/ https://so-jesus.com.br/o-encaixe-do-perdao-refletindo-sobre-a-oracao-de-jesus/#respond Mon, 12 Jan 2026 02:05:47 +0000 https://so-jesus.com.br/?p=383 ​Após uma breve pausa para as celebrações de Natal e Ano-Novo, retomamos nossas reflexões sobre a oração que Jesus nos ensinou. Hoje, mergulhamos em um fragmento poderoso e, muitas vezes, desafiador do “Pai Nosso”: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores.”

​Mais do que uma repetição de palavras, o conteúdo dessa frase revela o coração do Evangelho e como devemos conduzir nossa vida prática.

​1. Não é Barganha, é Encaixe
​Muitos podem interpretar esse trecho como uma troca comercial com o Criador, mas a verdade é outra. Pedir perdão a Deus enquanto se cultiva ódio pelo próximo gera uma contradição espiritual.
​A Reconciliação Completa: O perdão é o que nos “religa” a Deus. Para que essa ligação seja plena, ela precisa passar pelo nosso relacionamento com o outro.
O Modelo de Jesus: Pedir perdão é buscar o “encaixe” perfeito no propósito divino. Não faz sentido querer a misericórdia de Deus para si e negar essa mesma misericórdia a quem nos ofendeu.

​2. Perdão não é Tolice, é Proteção do Coração
​É importante desmistificar o que significa perdoar. Perdoar não significa ser “passado para trás” ou permitir abusos.
​Prudência vs. Ressentimento: Você pode ser uma pessoa prudente, proteger-se de golpes e manter distância de quem pratica o mal, mas o seu coração deve estar livre do veneno do ódio.
​Distância com Amor: Você pode escolher não conviver intimamente com certas pessoas por segurança ou princípio, mas não deve desejar o mal delas. Alimentar o ódio é o que nos afasta da essência de Cristo.

​3. O Perigo do Ódio em Nome de Deus
​Vivemos tempos de polarização, especialmente nas redes sociais, onde pessoas “colocam as garras para fora” e destilam agressividade, às vezes até em nome de Deus ou de ideologias políticas.
​O Exemplo de Cristo: Jesus sentava-se à mesa com aqueles que os religiosos da época detestavam. Ele ensinava pelo exemplo e pela proximidade.
​A Raiz do Evangelho: Usar a fé para validar o ódio contra quem pensa diferente de nós é negar o ensinamento de Jesus.

O fundamento do Evangelho é, e sempre será, amar ao próximo como a si mesmo e a Deus acima de tudo.

​Reflexão final: Que a nossa oração hoje não seja apenas verbal, mas uma disposição da alma. Que o Senhor perdoe nossas falhas na mesma medida em que decidimos liberar o perdão sobre aqueles que falharam conosco.

I.F.G

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